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OAB apura sacrifício de animal por meio cruel em curso de Veterinária da UFPI, Universidade Federal do Piauí

Cachorro teria sido sacrificado em uma aula prática de Fisiologia.

Uma denúncia de morte cruel durante aula ministrada no laboratório de Fisiologia da UFPI está sendo investigada pela OAB. Trata-se de um cachorro de grande porte, que teria sido cruelmente sacrificado para demonstração em uma aula prática do curso de Medicina Veterinária.

O fato chegou ao MPF depois que a OAB recebeu um envelope com relatos de atos de violência. A ONG Projeto Esperança Animal (PEA) fez a mesma denúncia com material gráfico e criou uma petição online pedindo a apuração e punição dos responsáveis pelos possíveis maus tratos. Fotos e vídeos das aulas foram divulgados em redes sociais e no You Tube.


O vídeo mostra que o objetivo da aula seria mostrar aos alunos o processo de desfibrilação. O animal, além do corte no tórax que evidencia o coração ainda batendo, tem ferimentos no pescoço e nas pernas.

Segundo a denúncia que circula nas redes sociais, acompanhada de um vídeo do momento da aula, o professor de fisiologia do Hospital Veterinário estaria usando medicamentos vencidos e protocolo anestésico inadequado para a abertura de tórax do animal aparentemente sadio. O procedimento teria resultado em grande dor e sofrimento ao cão.

Para o advogado Esdras Nery, integrante da Comissão de Meio Ambiente da OAB, o teor da denúncia foi analisado e os órgãos oficiais notificados. “Nós ampliamos a investigação, que a princípio era apenas em relação ao laboratório de fisiologia, para todo o Hospital Veterinário. Oficiamos o Conselho de Medicina Veterinária, o Comitê de Ética e Experimentação Animal da UFPI e o Ministério Público Federal”, disse o advogado.

Segundo ele, as respostas dos órgãos envolvidos serão analisadas com base nos preceitos que disciplinam o uso de animais em aulas práticas. “Eles devem ser substituídos por protótipos, esqueletos ou bonecos. Caso seja impossível não utilizar o animal vivo, é obrigatório à Universidade e aos laboratórios de pesquisa reduzirem ao máximo o sofrimento e os maus-tratos”, explica Esdras Nery.

Caso as denúncias sejam confirmadas, a OAB pode entrar com representação criminal e pedido de abertura de processo administrativo disciplinar contra os servidores da UFPI.

Assista ao vídeo (cenas fortes):



DENÚNCIA

Maus tratos e morte em Hospital Veterinário!


Professores de Fisiologia do Curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Piauí (UFPI) foram denunciados por usarem medicamentos vencidos e protocolo anestésico inadequado para a abertura de tórax, e, ao que tudo indica, cometerem um CRIME AMBIENTAL.

De acordo com a denúncia, o cão era sadio e o procedimento foi para simples demonstração. Além disso, o cão não estava entubado e nem cateterizado, tão pouco estava com pano de campo estéril. O professor e os alunos não estavam paramentados adequadamente (touca, máscara, luvas cirúrgicas, proteção para os pés, avental cirúrgico de manga longa). Os instrumentais estavam em cima da mesa e sem pano de campo estéril. Sem contar que o ambiente é de uma sala de aula e não de um centro cirúrgico.

O protocolo anestésico usado era inadequado para tal procedimento o que resultou em dor e sofrimento imensuráveis ao animal.
A prática desse professor levou o cão à uma morte lenta e dolorosa.
A denúncia está sendo investigada pela comissão da OAB-PI.

Lute contra a crueldade: ASSINE A PETIÇÃO COBRANDO EXPLICAÇÕES E PUNIÇÃO AOS RESPONSÁVEIS!

As instituições de ensino burlam a Lei de Crimes Ambientais e continuam a praticar assassinatos de animais, normalmente cães de CCZs. É crime abandonar um cão, deixá-lo sem alimento, água ou abrigo. Mas parece não ser crime, médicos e cientistas, professores e alunos, massacrarem animais em nome da falsa ciência. Já existem centenas de métodos alternativos ao uso de animais. Não faz sentido continuar com o uso desses métodos medievais. (APIPA®)
















Fonte: Portal O Dia
          APIPA
          PEA

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