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Universidade oferece atendimento gratuito a cães e gatos de famílias carentes em Umuarama, PR

Nem só de graduação e pesquisa vive uma universidade. Além de formar profissionais para o mercado de trabalho, ela também deve servir de elo entre o espaço acadêmico e a comunidade, por meio de projetos que contemplem milhares de pessoas com serviços, orientações e atividades culturais. A Universidade Paranaense – Unipar tem plena consciência desta obrigação. Isso pode ser comprovado nos números – mais de 300 projetos de extensão em andamento, com cerca de 300 mil atendimentos/ano.

No Hospital Veterinário, que começou apenas como uma exigência do curso de Medicina Veterinária, hoje vai além de suas funções acadêmicas. Além das aulas práticas ministradas aos alunos, também desenvolve projetos de ensino, pesquisa e extensão, com atendimento a animais de pequenos e grandes portes.

Um deles contemplam cães e gatos de famílias carentes de Umuarama e região. “São pessoas que na maioria das vezes não têm condições financeiras de levar seu animal em uma clínica veterinária. Então, decidimos investir nesse projeto, prestando atendimento gratuito clínico e cirúrgico a esses bichos”, afirma a mestre em Ciência Animal, professora Ana Maria Quessada, que coordena os trabalhos.

Ela ressalta que é nosso dever cuidar bem dos animais domésticos, e um direito deles que está previsto em lei. “Como se tratam de animais de companhia, de estimação, precisam estar sempre saudáveis. E esse é o propósito do nosso projeto, melhorar a qualidade de vida dos animais e, consequentemente, de seus donos”.

Para continuar cuidando bem da sua cachorra Leci, Ivete Alves dos Santos contou com apoio do projeto. “Aqui ela foi castrada e também passou por cirurgia em decorrência de uma hérnia. Hoje a trouxe para fazer mais exames”, conta, agradecendo a atenção recebida pela equipe do hospital.

Outro animal que está recebendo cuidados é o Shoque, um cachorro da raça Rusk Siberiano, de dois anos e oito meses. “Ele chegou aqui em março e, desde então, vem recebendo atendimento da nossa equipe. E o caso dele é delicado. O Shoque teve um tumor venérico transmissível e, por isso, perdeu o olho esquerdo. Fizemos a cirurgia e agora ele esta tendo convulsões. Agora, vamos fazer uma avaliação para começar um tratamento quimioterápico”, explica a professora Regiane Bapitista, integrante do projeto.
Vindos de Maria Helena, Jaqueline Viana e o seu filho Kaiky são os donos do cachorro. “Fomos muito bem recebidos. O atendimento é excelente, os alunos são atenciosos, prestativos e já se tornaram amigos do Shoque”, agradece Jaqueline.

Para participar do projeto, é preciso se cadastrar. Os interessados devem ir ao Hospital Veterinário às terças e quintas-feiras, no horário das 14h às 18h, e levar os documentos pessoais, uma cópia da conta de luz ou o cartão do Bolsa Família. Mais informações no telefone (44) 3621-2550.

Aprendizado acadêmico
Os procedimentos realizados nos animais de famílias carentes são acompanhados por estudantes do curso de Medicina Veterinária da Unipar. Na rotina hospitalar se deparam com muitas situações diversas, o que ampara o aprendizado do futuro profissional. “Aqui eles colaboram e aprendem ao mesmo tempo, fazendo curativos, higienizando ferimentos, medicando, além de auxiliarem os médicos veterinários nas cirurgias”, explica a coordenadora do projeto, professora Ana Maria Quessada. Tiago Junkes Vilvert está no 3º ano e vê o projeto como uma oportunidade de enriquecer o aprendizado acadêmico. “É uma atividade que nos dá a oportunidade de vivenciar a profissão antes mesmo da formação. E é muito bom saber que estamos ajudando pessoas que não têm condições financeiras de cuidar de seus animais”. O colega de sala Paulo Henrique Sposito acrescenta: “Quanto mais prática fora da rotina diária da sala de aula, melhor será o conhecimento adquirido na graduação. Ao mesmo tempo incentivamos o controle populacional dos animais, conscientizando a populacão da importância de se fazer a castração e ensinando a forma correta de cuidar de um animal para evitar a transmissão de doenças”.

Fonte: Ilustrado

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