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ONG de proteção animal será beneficiada com troco de pedágio - RJ

Motoristas que doarem troco do pedágio na RJ-116 irão ajudar ONG.
Instituição é de Cachoeiras de Macacu, na Serra.

A campanha "Doe seu Troco" da concessionária Rota 116, que administra a RJ-116, a qual liga Itaboraí, Nova Friburgo e Macuco, Região Serrana do Rio, tem um novo parceiro. A Associação Cachoeirense de Defesa Animal (ACDA) é a mais nova integrante do projeto e será beneficiada com o troco depositado pelos motoristas que passarem por uma das cabines da praça de pedágio de Cachoeiras de Macacu e quiserem, voluntariamente, aderir à campanha.

O recurso será destinado às ações da entidade, fundada em julho 2011, e que já beneficiou mais de 300 animais, a maioria cães e gatos, que são abandonados pelos seus donos e que necessitam de tratamento emergencial e de cuidados até encontrarem pessoas que desejem adotá-los.

“Nosso trabalho é essencialmente voluntário, não recebemos verbas públicas e todo o dinheiro arrecadado vem de doações, vendas de produtos da nossa lojinha (camisetas, calendários, artesanato, adesivos, botons, canecas, etc.), venda de rifas e eventos beneficentes que organizamos. Não possuímos abrigo e a nossa filosofia de trabalho está alicerçada em três pilares: políticas públicas, educação e castração. Acreditamos que a parceria com a Rota 116 auxiliará não só na arrecadação de recursos, como também ajudará a tornar mais conhecida a nossa causa e o trabalho. É a primeira vez que participamos da campanha e estamos entusiasmados com a oportunidade”, disse Míriam Bittencourt, secretária executiva da ACDA, instituição que é filiada ao Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.

Para participar da campanha é muito simples. Ao passar pela praça de pedágio de Cachoeiras de Macacu, em Boca do Mato, o motorista pode colocar em uma urna lacrada, presa às cabines de cobrança, o valor que deseja contribuir com a instituição. Pode ser o troco do pedágio ou qualquer outro valor que desejar contribuir. O recurso só é retirado na presença de um representante da instituição beneficiada, assim que a urna chega ao seu limite de contribuição.

Todo o recurso é depositado diretamente para a ONG, sem nenhuma interferência ou cobrança de taxa por parte da concessionária. Para se beneficiar, a instituição tem que ter os documentos comprobatórios de que é uma instituição filantrópica de interesse público e de amplo reconhecimento social, como é o caso da ACDA.

Fonte: G1

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